ASTRONAUTA DE MÁRMORE - CARLOS STEIN E SADY HOMRICH (NENHUM DE NÓS) (VERSÃO DE STARMAN, DAVID BOWIE ) (1988)

A lua inteira agora é um manto negro
O fim das vozes no meu rádio 
São quatro ciclos no escuro deserto do céu 

Quero um machado pra quebrar o gelo 
Quero acordar do sonho agora mesmo 
Quero uma chance de tentar viver sem dor 

Sempre estar lá 
E ver ele voltar 
Não era mais o mesmo 
Mas estava em seu lugar 

Sempre estar lá 
E ver ele voltar 
O tolo teme a noite 
Como a noite vai temer o fogo 

Vou chorar sem medo 
Vou lembrar do tempo 
De onde eu via o mundo azul 

A trajetória escapa o risco nu... 
As nuvens queimam o céu matiz azul... 
Desculpe estranho, eu voltei mais puro do céu 

Na lua o lado escuro é sempre igual... 
No espaço a solidão é tão normal... 
Desculpe estranho, eu voltei mais puro do céu 

Sempre estar lá 
E ver ele voltar 
Não era mais o mesmo 
Mas estava em seu lugar 

Sempre estar lá 
E ver ele voltar 
O tolo teme a noite 
Como a noite vai temer o fogo 

Vou chorar sem medo 
Vou lembrar do tempo 
De onde eu via o mundo azul
De onde eu via o mundo azul 

Estar lá 
E ver ele voltar 
Não era mais o mesmo 
Mas estava em seu lugar 

Sempre estar lá 
E ver ele voltar 
O tolo teme a noite 
Como a noite vai temer o fogo 
Vou chorar sem medo 
Vou lembrar do tempo 
De onde eu via o mundo azul

MATSUO BASHÔ - QUE LUA, QUE FLOR (1689)

Que lua, que flor nada, bebo umas doses aqui sozinho. ===================== 月花もなくて酒のむ独りかな tsuki hana mo / nakute sake nomu / hitori kana (16...